sábado, 23 de outubro de 2010

Sozinho

Nem sempre o sozinho
é o sem ninguem
como se nossa felicidade 
pertencesse, unicamente, a alguem

Vejo pela janela
o sol ja vem subindo
declarando o fim de algumas lágrimas
que a tempo, estavam caindo

Quando começo um novo poema
Bruto, rascunhado, sem fim
esta ali, incompleto
mostrando humildade, enfim

Passei alguns dias, vivendo da duvida
No pranto do medo
Na dura verdade
Não esqueço, essa foi uma dura realidade

Ouvindo conselhos, passei meus dias
Falando com as paredes, minhas noites
Sonhando com um futuro bom
Motivando uma nova fase, esse é meu dom





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