sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Nem sempre o sol brilha; Também há dias que a chuva cai"

Hoje ela vai acordar sorrindo
Sentindo um longo aperto, vendo um longo riso

Há dias, a chuva cai para ela
Demonstrando dor, janelas fechadas

Antes, quando tudo tinha jeito
Existindo perfeição, fazendo direito

Ela não esperava que a chuva começasse
E que do nada, suas duvidas iniciassem

Mas a vida é certa
Destinada, estava, para aprender

Pela dor ou pelo amor
Pelo amor, a dor veio, com rancor

Tentando entender, tentando aprender
Dançando com tudo, querendo dizer chega

Ela sabia que não seria surpresa
Se um futuro trouxesse, um passado que não se esquece

Mesmo morrendo um amor
No engano da dor, não renasceu o rancor


Mas a experiência supera a dor
Ela deu as mãos, sentiu mais uma vez, o amor


Ela cresceu, virou mulher
Agora anda de cabeça erguida, com orgulho

Ela aprendeu a não chorar por amor
E não deixar seu amor por si, chorar

Dar valor ao Sol, à Lua
Divinos símbolos, sem um porquê qualquer.

Sua chuva para, a janela se abre
Agora ela vê seu lindo dia te esperando

Enfim ela sai, sem medo
Em direção à felicidade

Se encontrar com quem te fez aprender e sofrer
Mas não fez parar de amar

Juntos, na igual situação
Podem ser lembranças de um futuro bom

Exemplo de amor
Exemplo alto e em bom som.

"Nem sempre o Sol brilha
Há dias em que a chuva cai"

E hoje ela vai acordar sorrindo
Sentindo um longo aperto, vendo um longo riso

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